31 de julho de 2010

Adicionar dados de Coordendas no Arc Gis a partir de uma panilha de Excel

Tutorial
Quando se lida com coordenadas obtidas a partir de trabalhos de campo, como por exemplo, levantamento por sistema de posicionamento por satélite (GPS), tem-se um par de coordenada: Latitude e Longitude. Logo, muito são os equipamentos que necessitam de um cabo para que os referidos dados sejam descarregados. Contudo, nas últimas versões do ArcGis temos a possibilidade adicionar dados a partir de uma planilha do Excel com os dados de um levantamento de campo.

Baixe: http://www.ebah.com.br/adicionar-dados-a-partir-de-uma-planilha-do-excel-pdf-a66249.html




I Seminário Municipal de Regularização Fundiária

Auditório do Ministério Público do Estado
11 e 12 de Agosto
de 08h às 12h e 14h às 18h

A regularização fundiária é um instrumento importantíssimo da política urbana. Ela objetiva ordenar e desenvolver as funções sociais das cidades e da propriedade urbana, garantindo ao cidadão o direito à terra e à moradia.

Por meio de gestão democrática com a participação da população e seus segmentos organizados, a regularização fundiária prioriza o bem-estar social, corrige as distorções urbanas e, ainda evita novas ocupações urbanas irregulares e seus efeitos negativos sobre o meio ambiente.

A competência da Gerência de Regularização Fundiária, é elaborar e executar programas e projetos que visem o ordenamento do espaço urbano e a transferência de propriedade mobiliária aos seus ocupantes, tanto em áreas públicas como em áreas privadas.

Endereço: Rua João Diogo em frente a Praça Felipe Patroni. Predio SEDE
 

23 de julho de 2010

Converte uma base (dxf) com vários layers para arquivo (shp).

Esse tutorial da nasceu necessidade de converte uma base (dxf) com vários layers para arquivo (shp). Contudo, devo deixar claro que para facilitar tal processo de conversão sua base em AutoCAD deve estar separada por layers e salvo em arquivos separados, pois os arquivos em AutoCAD são criados como múltiplos layers sem nenhuma restrição quanto à geometria dos objetos nele armazenado. No ArcGis essas geometria são inseridas e vetorizadas deforma separada e portanto no CAD devem ser decompostas de modo que fiquem como no quadro abaixo, Fig. 01. Obs: esse processo apenas facilita o manuseio do arquivo convertido no ArcMap para futuras edições e limpeza de campos na tabela de atributo.

Baixe em: http://www.ebah.com.br/tutoria-cad-shp-pdf-pdf-a64978.html

18 de julho de 2010

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA A AQUISIÇÃO DE DADO

       INFRA-ESTRUTURA NACIONAL DE DADOS ESPACIAIS

       Desde os primórdios da Cartografia e da produção de dados geoespaciais, todo processo de produção cartográfica destinava-se a obtenção de mapas em ambiente analógico. Em produtos analógicos, como por exemplo, Cartas Topográficas, as principais informações são transmitidas ao usuário por meio de representações cartográficas que, frequentemente, substituem a geometria dos dados geoespaciais.
     A informação, desta forma, fica restrita a sua representação, limitando assim a quantidade de informações, sejam elas topológicas, não-espaciais ou temporais, dentre outras, a ser repassada.
     Neste caso, detalhes da geometria dos dados não necessitam ser adquiridos por não serem representados. Para estes produtos, o Manual Técnico T34-700, I parte, editado pela DSG, descreve os dados geoespaciais, enquanto o Manual Técnico T34-700, II parte define a forma de representação dos dados.
       Com o advento da cartografia digital, um maior número de informações pode ser representado e,assim surge a necessidade de definir como adquirir todos os detalhes da geometria. Regras para adquirir a geometria e atributos correlatos, além de garantir a homogenização da produção nacional dos dados geoespaciais, tornam possível a automatização da cartografia com a implementação de processos.
      Esta especificação busca padronizar e orientar todo o processo de aquisição da geometria dos dados geoespaciais vetoriais, presente na ET-EDGV da CONCAR, seja qual for o insumo utilizado (levantamento de campo, fotografias aéreas, imagens de sensores orbitais etc), visto que estes processos de aquisição são similares.

Baixe Manual: http://www.geobases.es.gov.br/portal/images/stories/geobases/arquivos/et-adgv_v1.01.pdf

15 de julho de 2010

O CGI abre inscrições para Curso Intermediário de ArcGIS 9.3.1

O CGI abre inscrições para Curso Intermediário de ArcGIS 9.3.1

Apresentação

Participe do primeiro Curso Intermediário de ArcGIS 9.3.1 realizado no Centro de Geotecnologia do Imazon.
O Curso intermediário de ArcGIS 9.3.1 reforça os conceitos e ferramentas apresentadas no curso de Introdução ao ArcGIS e foca em ferramentas mais avançadas para a análise de dados espaciais.
O objetivo do Curso é capacitar os alunos na solução de problemas, apresentar ferramentas de análise e distribuição de dados espaciais, criação e organização de Geodatabase, bem como na criação e manipulação de modelos utilizando ModelBuilder.
O público-alvo é composto por profissionais e estudantes que têm interesse em obter conhecimento intermediário na manipulação do software ArcGIS. Dentre estes profissionais, destacam-se: engenheiros florestais, civis e ambientais; arquitetos e urbanistas; cartógrafos; agrimensores e agrônomos.
Pré-requisitos

• Domínio básico de informática;
• Domínio dos conceitos de geoprocessamento;
• Curso introdutório de ArcGIS.
Local
Centro de Geotecnologia do Imazon (CGI)
Rua dos Mundurucus, 3100, sala 1802/1803 – Belém (Pará).
Período: 9 a 11 de Agosto
Horário: 8h às 12h – 14h às 18h
Carga Horária: 24h
Outras Informações e Inscrições: 3249-0391
Perfil do instrutor
Amintas Brandão Jr. Engenheiro Ambiental pela Universidade do Estado do Pará; Especialista em Estatística pela Universidade Federal do Pará; e aluno de mestrado em Sistemas de Informações Geográficas pela Clark University, Estados Unidos.

Observação: O curso só será realizado se houver, no mínimo, 10 pessoas inscritas uma semana antes do curso.

Valor R$: 700,00 à vista

Composição de Bandas de Imagens de Landsat TM-5

Composição de Bandas de Imagens de Landsat TM-5

Atualmente, com o crescente uso de imagem digital e de softwares de processamento de imagem o usuário pode testar vários tipos de composição colorida, a partir das imagens disponíveis em nível de cinza (preto e branco).

As imagens obtidas pelos sensores eletrônicos, em diferentes bandas ou canais, são individualmente produzidas em perto e branco. A quantidade de energia refletida pelos objetos vai determinar a sua representação nessas imagens em diferentes tons de cinza, entre o branco (quando reflete toda a energia) e o preto (quando absorve toda a energia). Ao projetar e sobrepor essas imagens, através de um filtro colorido azul, verde e vermelho (cores primárias), é possível gerar imagens coloridas conforme vamos mostrar neste tutorial sobre composição de bandas no Arc Gis.Contudo, sabemos que o Arc Gis não é melhor software para trabalhar com imagens. Nessa situação o ideal seria trabalhar com ERDAS, ER Mapper e outros.

As imagens de satélites trabalhadas neste tutorial foram disponibilizadas no seguinte endereço: http://www.dgi.inpe.br/html/imagens.html. Você pode baixar gratuitamente!

Irei utilizar todas as bandas Landsat, que foram baixadas, que são as bandas de 1 a 7. Logo, é bom lembra que cada trabalho requer uma composição diferente e às vezes não são necessárias todas as bandas.

As setes bandas do Landsat 5 TM utilizadas foram de Belém do Pará de 2008, com as seguintes características: Altitude de 705 Km, Resolução temporal 16 dias, resolução espacial de 30m

http://www.ebah.com.br/composicao-de-bandas-de-imagens-de-landsat-tm-5-pdf-a63544.html

Representações Cartográficas

Globo - representação esférica, em escala pequena, dos apectos naturais e artificiais de uma figura planetária, com finalidade ilustrativa.

Mapa - representação plana, em escala pequena, delimitada por acidentes naturais ou políticos-administrativos, destinada a fins temáticos e culturais.

Cartas - representação plana, em escala média ou grande, com desdobramento em folhas articuladas sistematicamente, com limites de folhas constituídos por linhas convencionais, destinada a avaliação de distância e posições detalahadas.

Planta - tipo particular de carta, com área muito limitada e escala grande, com número de detalhes consequentemente maior.

Mosaiso - conjunto de fotos de determinada área, montadas técnica e artisticamente, como se o todo formasse uma só fotografia. Classifica-se como controlado, obtido apartir de fotografia aéreas submetidas a processos em que a imagem resultante corresponde à imagem tonada na foto, não controlado, preparado com o ajuste de detalhes de fotografia adjacentes, sem controle de termo ou correção de fotografia, sem preocupação com a precisão, ou ainda semicontrolado, montado combinando-se as duas características descritas.

Fotocarta - Mosaico controlado, com tratamento cartográfico.

Ortofotocarta - fotografia resultante da transformação de uma foto original, que é um perspectiva central do terreno, em uma projeção ortogonal sobre um plano.

Ortofotomapa - conjunto de várias ortofotocartas adjacentes de uma determinada região.

Fotoíndice - montagem por superposição das fotografias, geralmente em escala reduzida. É a primeira imagem cartográfica da região. É o insumo necessário para controle de qualidade de aerolevantamentos utilizados na produção de cartas de métedo fotogramétrico.

Carta Imagem - imagem referênciada a apartir de pontos identificáveis com coordenadas conhecidas, superposta por reticulado da projeção

Revista Geografia, Conhecimento Prático, n 23, p 54. ed. Escala